Cinco presidentes africanos e os empresários de topo do continente apelam a uma maior participação do setor privado no desenvolvimento de África

BRAZZAVILLE, Congo, July 26, 2013/African Press Organization (APO)/ — Na segunda cimeira anual da Forbes Afrique Economic, os presidentes Dennis Sassou N’guesso do Congo, Macky Sall do Senegal, John Mahana do Gana, Blaise Compaore do Burkina Faso e Jacob Zuma da África do Sul, destacaram a importância da participação do setor privado no desenvolvimento de África.

Photo http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/photos/dsc_0788.jpg (O presidente sul africano Jacb Zuma e o empresário líder Tony Tony Elumelu, Presidente da Heirs Holdings na segunda cimeira anual da Forbes Afrique Economic realizada em Brazzaville, Congo, a 23 de julho de 2013)

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A cimeira, que se concentrou nas infraestruturas e na emergência de uma classe média africana, contou a participação de líderes globais do setor privado, público e filantrópico, incluindo o antigo Secretário Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, o antigo Primeiro-ministro da Bélgica, Guy Verhofstadt, o antigo Embaixador dos EUA e Mayor de Atlanta, Andrew Young, o presidente do principal partido da oposição em França, Jean-François Cope do UMP, bem como de líderes empresariais africanos como Tony Elumelu, Patrice Motsepe e Louis Ebata.

O tom foi marcado pelo Presidente Denis Sassou N’Guesso, que destacou a necessidade dos países africanos criarem mais políticas de apoio ao que chamou de uma “poderosa emergência da classe média africana”, que iria construir um futuro melhor para África. Macky Sall, Presidente do Senegal, desenvolveu a temática dos quatros pilares que deverão estar na base deste “futuro melhor”, citando “a educação e a formação do capital humano, a modernização e a mecanização da agricultura, a energia acessível e uma rede de infraestruturas adequada” como os impulsionadores-chave.

Defendendo uma maior participação do setor privado para impulsionar a agenda do desenvolvimento, John Dramani Mahana, Presidente do Gana, advertiu para uma sobredependência do governo ao afirmar: “O governo não consegue maximizar o tipo de financiamento necessário para criar energia suficiente em África.”

No seu discurso, o Presidente Campaore do Burkina Faso reconheceu o líder empresarial e filantropo Tony Elumelu, Presidente da empresa de investimento privado pan-africana Heirs Holdings (http://www.heirsholdings.com) e os seus esforços de impulsionar o desenvolvimento de África através do investimento no continente.

Durante a sessão de debate sobre o tema “Apoiar o crescimento através do investimento”, que contou com a presença de dois destacados líderes do setor, Elumelu e o multimilionário sul-africano Patrice Motsepe, Presidente da African Rainbow Minerals, Elumelu elogiou os cinco líderes africanos pela sua forte crença no poder do setor privado como catalisador e impulsionador do desenvolvimento – a essência da sua filosofia de Africapitalismo que outros líderes, incluindo o Presidente Obama, parecem ter abraçado. Elumelu descreveu os termos sob os quais o envolvimento do setor privado conseguirá obter o maior impacto, sublinhando os investimentos a longo prazo e o desenvolvimento de infraestruturas como as principais áreas de foco.

“Os investimentos a curto prazo em África simplesmente não produzem qualquer impacto. Foram necessárias quase duas décadas para conseguirmos colocar o United Bank for Africa na posição em que se encontra hoje – a empregar 25 mil pessoas em 19 países africanos. Os líderes africanos têm de garantir a infraestrutura física e de políticas certa para apoiar o crescimento de mais empresas pan-africanas de sucesso”, afirmou Elumelu. With an investment friendly environment, capital will find a way in to build much needed infrastructure,” said Elumelu.

Existe capital como os 40 triliões de dólares norte-americanos, a que o antigo embaixador dos EUA Andrew chamou “dinheiro assustado”, atualmente parado em paraísos fiscais em todo o mundo que poderia ser utilizado no desenvolvimento de África.

Kofi Annan descreveu África como um continente a passar por uma “era de impulso”, destacando a “energia” e as “infraestruturas” como os dois principais obstáculos ao desenvolvimento. Annan sublinhou os três pilares de paz e segurança, desenvolvimento económico e o estado de direito e o respeito pelos direitos humanos como a solução para o sucesso económico de África.

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